A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) confirmou 17 casos de sarampo em todo o estado, reforçando a urgência de ampliar a cobertura vacinal. Entre os infectados, 14 não haviam sido imunizados, evidenciando a vulnerabilidade de grupos não vacinados e a necessidade de ações de saúde pública eficazes.
Ações de vacinação e vigilância
Em colaboração com as secretarias municipais, a SES-AM mantém a vacinação como principal estratégia de prevenção e controle. Nos municípios de fronteira com Peru e Colômbia, a iniciativa de vacinação extramuros atende pessoas a partir de seis meses de idade, ampliando o acesso em áreas de grande circulação e fortalecendo a atualização do estado vacinal.
A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP) destaca a importância da investigação de casos suspeitos, acompanhamento de contatos e aplicação de medidas de biossegurança, isolamento e notificação, conforme a Nota Técnica nº 32/2026. Esses procedimentos são essenciais para interromper a transmissão e evitar novos surtos.
Vacina está disponível gratuitamente pelo SUS
A vacina tríplice viral, que protege contra caxumba e rubéola, é oferecida sem custo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas de 12 meses a 59 anos. Pais, responsáveis e adultos devem verificar a caderneta de vacinação e buscar a atualização das doses em unidades de saúde locais.
O monitoramento contínuo, com o informe epidemiológico atualizado semanalmente às quartas-feiras, permite que autoridades reajam rapidamente a qualquer aumento de casos. A combinação de vacinação em massa, vigilância ativa e educação em saúde é a chave para controlar o sarampo no estado.
O acompanhamento constante e a adesão à vacinação são cruciais para proteger a população e evitar que o sarampo volte a causar surtos devastadores no Amazonas.
O informe epidemiológico pode ser consultado no site oficial da FVS-RCP.