O Ibovespa registra queda de 0,45% e ações de petrolíferas são pressionadas após recuo do barril
Ontem, o índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão em 169.648 pontos, registrando uma queda de 0,45% em relação ao dia anterior. Esse resultado foi influenciado por ações de petrolíferas, que sofreram um recuo de 5% no preço do barril. Além disso, a nova pesquisa eleitoral que aponta a competitividade de Lula frente aos demais candidatos também teve um impacto no quadro.
As ações de petrolíferas foram as principais vítimas da queda do preço do barril, o que afetou negativamente o desempenho do Ibovespa. No entanto, é importante notar que o mercado é altamente volátil e pode sofrer flutuações rápidas em resposta a mudanças nos preços dos ativos.
Maiores altas e quedas
Apesar da queda geral, houve algumas ações que registraram altas significativas no Ibovespa. Destacam-se a Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3), que subiu 19,30%, e a Arandu Investimentos S.A (ARND3), que aumentou 15,87%. Por outro lado, a Azevedo & Travassos Energia S.A (AZTE3F) caiu 15,79% e a Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) perdeu 12,50%.
Volume total negociado na B3
O volume total negociado na B3 foi de R$ 28.030.755.162, em meio a 3.483.385 negócios. Esses dados podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.