Elke Grünupp, uma mulher com fluência em oito idiomas, mudou-se para Porto Alegre (RS) e trabalhou como secretária bilíngue e professora de francês e inglês. Ela também cursou faculdades de Filosofia, Medicina e Letras e se formou tradutora e intérprete de línguas estrangeiras.
Aos 20 anos, Elke passou dois anos na Europa, onde conheceu seu primeiro marido e começou a atuar como modelo e manequim em 1969. Ela se tornou grande amiga de estilistas famosos e foi presa pela ditadura militar por protestar contra a prisão de um filho de uma estilista, perdendo sua cidadania brasileira e se tornando apátrida.
Elke alcançou sucesso nas passarelas e começou a atuar no cinema, teatro e televisão, marcando presença em produções importantes. Seu espetáculo “Quero ser Elke Maravilha” é um tributo à sua vida marcada por desafios e conquistas, e propõe uma reflexão sobre identidade, pertencimento e liberdade.