Na última sexta-feira, 11, o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) marcou presença no cenário educacional ao realizar o primeiro Congresso de Carreira. O evento, parte integrante da Jornada de Carreira, teve como objetivo orientar estudantes do ensino médio na construção de projetos de vida e de carreira.
Em formato digital, a iniciativa alcançou 25 escolas da rede do Serviço Social da Indústria (SESI) distribuídas em 23 estados. A programação incluiu palestras e conversas sobre escolhas profissionais, mercado de trabalho, indústria, inovação e novas carreiras, ampliando o contato dos jovens com diferentes possibilidades profissionais.
Os palestrantes compareceram presencialmente na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília, enquanto o conteúdo foi transmitido duas vezes – de manhã e à tarde – para atender aos estudantes dos dois turnos.
Segundo a gerente de Carreiras e Educação Executiva do IEL, Michelle Queiroz, a programação foi pensada para ampliar o repertório dos estudantes e ajudá-los a refletir sobre as próprias escolhas.
“Nós trouxemos especialistas para falar sobre autoconhecimento, diferentes possibilidades de carreira, tanto no setor privado quanto na universidade, soft skills e tendências sobre profissões futuras. Falamos também sobre construir uma carreira e, ao longo do tempo, poder mudar os rumos, independentemente da formação. A nossa ideia era trazer uma visão de inspiração, para que os alunos pensem e comecem a se conectar com as suas escolhas, trilhar o seu caminho, para depois pensar no desenvolvimento profissional”, afirmou.
Talentos, sonhos e escolhas
A abertura foi conduzida pela mentora de carreira e criadora de conteúdo Camila Croz, que apresentou a palestra “Talentos, sonhos e escolhas: como começar a construir seu caminho”. Ela abordou identidade, interesses e potencialidades, ressaltando que uma escolha profissional não precisa determinar toda a trajetória de uma pessoa.
“Hoje, no congresso, foi muito importante mostrar para os estudantes como funciona a vida real. Mostrar, através de histórias reais, que a jornada pode ser muito divertida, com muitos desafios, principalmente quando o estudante entende que não é hoje que ele vai escolher qual é o futuro. Porque o futuro não se escolhe, o futuro se constrói”, disse Camila.
Segundo a mentora, planejar o futuro não significa definir uma única profissão, mas conhecer possibilidades e entender que os caminhos podem mudar ao longo da trajetória. A palestra demonstrou que uma carreira pode ser construída por etapas, com espaço para testes, mudanças de direção e novas descobertas.
“Hoje, temos estudantes com uma visão muito deturpada da realidade. Estão muito ligados às redes sociais. Precisamos fazer esse papel de orientar e proporcionar opções de visão de futuro, para que eles possam articular o que existe no mundo e o que encaixa no perfil pessoal”, destacou.
Indústria, inovação e futuro
Em seguida, o talk show “Indústria, inovação e futuro: as novas